A despeito do aparente extremismo religioso, estima-se que existem 300 000 prostitutas ativas no Irã e que esse número aumenta muito a cada ano.
sábado, 7 de julho de 2007
Uma nova Revolução Industrial?

No ano passado, o mundo ficou intrigado com uma pequena empresa irlandesa chamada Steorn, que dizia ter inventado um gerador que produzia energia a partir do nada.
É um sonho milenar: uma máquina que funcionasse para sempre e de graça. A proposta tem o grave problema de violar leis básicas da física, o que não impediu que vários cientistas e matemáticos - muitos deles de renome, como Leonardo da Vinci e James Clerk Maxwell - propusessem máquinas assim ao longo da história. Nenhum deles teve sucesso, o que pode ser comprovado pelo fato de você ainda ter que levar o seu carro ao posto de tempos em tempos.
Mas a proposta da Steorn foi mais audaciosa. Em agosto de 2006, ela publicou um anúncio na revista inglesa The Economist recrutando cientistas para verificar se o seu gerador perpétuo de fato funcionava. Todo mundo pensou que era um jogo online - algo tipo um Alternate Reality Game - ou uma manobra de marketing, mas não era: a empresa existe há vários anos e levou adiante as pesquisas com sua tecnologia.
Desde então, tem dito que seu produto funciona e que até já tem um nome para ele: Orbo. Tudo isso será divulgado daqui a pouco em um museu de Londres. Já tá rolando uma foto da coisa na internet. Veja acima.
É uma grande notícia. Se eles estiverem errados, serão uma das grandes piadas do ano. Se estiverem certos, pode ser a solução para o aquecimento global, para as guerras pelo petróleo, para amenizar a pobreza e vai mudar quase tudo o que conhecemos. Pense em uma incrível e ampliada terceira revolução industrial.
É um sonho milenar: uma máquina que funcionasse para sempre e de graça. A proposta tem o grave problema de violar leis básicas da física, o que não impediu que vários cientistas e matemáticos - muitos deles de renome, como Leonardo da Vinci e James Clerk Maxwell - propusessem máquinas assim ao longo da história. Nenhum deles teve sucesso, o que pode ser comprovado pelo fato de você ainda ter que levar o seu carro ao posto de tempos em tempos.
Mas a proposta da Steorn foi mais audaciosa. Em agosto de 2006, ela publicou um anúncio na revista inglesa The Economist recrutando cientistas para verificar se o seu gerador perpétuo de fato funcionava. Todo mundo pensou que era um jogo online - algo tipo um Alternate Reality Game - ou uma manobra de marketing, mas não era: a empresa existe há vários anos e levou adiante as pesquisas com sua tecnologia.
Desde então, tem dito que seu produto funciona e que até já tem um nome para ele: Orbo. Tudo isso será divulgado daqui a pouco em um museu de Londres. Já tá rolando uma foto da coisa na internet. Veja acima.
É uma grande notícia. Se eles estiverem errados, serão uma das grandes piadas do ano. Se estiverem certos, pode ser a solução para o aquecimento global, para as guerras pelo petróleo, para amenizar a pobreza e vai mudar quase tudo o que conhecemos. Pense em uma incrível e ampliada terceira revolução industrial.
domingo, 1 de julho de 2007
Se não fosse tão caro, não seria assim
No Vietnã, 95% dos programas para computadores são "pirateados", isto é, copiados ilegalmente.
ABSURDO
Um disco compacto (CD) pode armazenar até 74 minutos de músicas, de modo que o total de informações digitais que comporta corresponde a 783 216 000 bytes. Se fosse possível desfiar as espiraladas trilhas musicais de um CD numa linha reta, esta mediria cerca de 5 km de comprimento.
sábado, 30 de junho de 2007
PIADA
BIN LADEN E SADDAM
Sentados em um bar, BIN LADEN e SADDAM HUSSEIN discutem calorosamente,quando chega um repórter da CNN querendo saber o que os dois estavamplanejando.
BIN LADEN responde:
Estamos planejando a III Guerra Mundial.
E como seria isso? quis saber o repórter
SADDAM responde:
Vamos atirar uma bomba e matar 15 milhões de americanos e 1 esquilo
Um esquilo? Mas porque 1 esquilo?
SADDAM vira-se para BIN LADEN e diz com um ar vitorioso e divertido:
Está vendo? Ninguém se preocupa com os 15 milhões de americanos...
Na internet, o Google é deus. Sabe tudo, está em tudo e pode tudo. Mas isso não é coisa do demônio?
Em novembro de 2006, o Google comprou o YouTube por US$ 1,65 bilhão. Pagou em ações. O acordo saiu na televisão, na capa de revistas, virou assunto por toda parte. O preço, astronômico, surpreendeu a todos. Talvez ali estivesse o início da tevê via internet. Talvez. Sob o impacto do negócio, a revista Time elegeu como pessoa do ano de 2006 Você, que posta vídeos e produz o conteúdo da web.
Em maio deste ano, o Google anunciou a compra da DoubleClick, empresa de publicidade online, por US$ 3,1 bilhões. Se as agências que regulam esse tipo de negócio nos EUA disserem que o acordo não ameaça o mercado, o acerto será pago em dinheiro. Note bem: US$ 3 bilhões. Cerca de dois YouTubes.
Não é que a imprensa tenha ignorado o assunto. Ele foi coberto sem alarde nas páginas de negócios. E só. Por que é que a DoubleClick , sobre a qual ninguém ouviu falar, vale o dobro do que o YouTube, que todo mundo usa? Porque ela poderá dar ao Google o monopólio da publicidade online. Mas, para entender como, é preciso antes se familiarizar com as entranhas da internet.
A DoubleClick gerencia a exibição de banners - aqueles anúncios às vezes retangulares, outras quadrados, fazendo o meio-de-campo entre sites e os maiores anunciantes do mundo. Os números são os seguintes: banners, em 2006, movimentaram US$ 3,34 bilhões. Em 2010, devem ser US$ 4,5 bilhões. Nem é o maior negócio da publicidade online. Sabe os tais "links patrocinados" que o Google exibe associados ao tema que você está buscando? Deram lucro de US$ 6,76 bilhões no ano passado. Vão dar US$ 10,3 bilhões em 2010. O Google é o maior desse ramo. A DoubleClick, daquele. Junte os dois e o Google é dono de dois terços de toda a publicidade que circula pela internet no mundo.
Isso é um problema para todo mundo. Em primeiro lugar, monopólios só são bons para o dono. Sem concorrentes, o Google cobra o quanto quer por seus serviços. A inovação míngua - pequenas empresas não conseguem competir. Na internet, isso é fatal. Em segundo lugar, porque quando a empresa que controla a maior quantidade de informação sobre pessoas na rede é também quem controla a exibição de publicidade, a privacidade se perde. Porque ninguém, na internet, sabe mais sobre você do que o Google.
Para entender o motivo, é preciso compreender a importância de um site de buscas. Comecemos assim: o Google sabe quem você é. Mesmo. Sabe mais, se bobear, que seu psicanalista. Todos nós usamos sites de busca, principalmente o Google. Muitas vezes é para trabalho ou estudo. Noutras, para encontrar algo que queremos comprar - a melhor câmera digital, o carro ideal. Aí tem aquelas vezes, ali na madrugada, que digitamos na caixa de busca nossos segredos mais particulares. Uma doença grave, a busca por um empréstimo, a procura solitária por um amor. Todo mundo, como sugeriu Fernando Pessoa, sofre da "angústia das pequenas coisas ridículas". Pois aquilo que escondemos de todo mundo, o Google sabe.
Some a isso a DoubleClick, que tem tecnologia para colocar anúncios específicos na página que você está lendo, e seja bem-vindo ao paraíso dos anunciantes. Um sistema que liga as duas pontas: sabe alguém potencialmente interessado no seu produto e leva sua propaganda a ele no momento certo. Atirar anúncios genéricos para milhões de pessoas a preços exorbitantes para capturar uns milhares de clientes, nunca mais. (Para constar, Sergey Brin, um dos dois fundadores do Google, jura que sua turma vai pensar muito antes de integrar aquilo que o sistema de buscas sabe e o que é passado para o gerente de banners.)
Impressionado? A empresa tem outras garras. O Gmail, seu popular correio eletrônico, vem acoplado com um sistema inteligente de propaganda capaz de ler suas mensagens e encontrar palavras-chave lá. No Brasil, o orkut é um dos sites mais usados. É do Google. YouTube? Google. Metade de todas as buscas na internet são feitas via Google - o que dá ao site o poder de determinar o que será visto e o que ficará enterrado nas profundezas da web. Junte tudo, mais a quantidade de informação pessoal que o Google é capaz de armazenar a seu respeito... e não sobra muito. O Google sabe quem você é. Sabe de que livros gosta - está lá no seu perfil no orkut. Conhece todos os emails que você recebe, todos os que envia, qualquer coisa que você procurar na internet (sim, tudo o que é escrito na caixinha de busca fica armazenado). Agora pegue todas as informações e coloque-as à venda. É exatamente esse o negócio que o Google tem nas mãos.
Até hoje, o Google se comportou como uma empresa simpática - seu slogan diz Don't Be Evil, "Não Seja do Mal". Mas a frase foi criada quando só os fundadores decidiam tudo. Agora é preciso responder à pressão dos acionistas. E, nas empresas, dinheiro alto costuma contar mais. Se o governo da China pede para censurar algumas buscas, o empresário pensa no compromisso com a liberdade da internet, pensa nas possibilidades do mercado chinês, decide pelo mercado. É o que o Google fez quando o governo chinês exigiu que não exibisse links para assuntos que não lhe interessam. Grupos de oposição, por exemplo.A propósito: alguém perguntou a Você - aquele, o da capa da Time - se seu segredo mais íntimo - aquele, o da busca na alta madrugada - pode ser colocado à venda?
Em maio deste ano, o Google anunciou a compra da DoubleClick, empresa de publicidade online, por US$ 3,1 bilhões. Se as agências que regulam esse tipo de negócio nos EUA disserem que o acordo não ameaça o mercado, o acerto será pago em dinheiro. Note bem: US$ 3 bilhões. Cerca de dois YouTubes.
Não é que a imprensa tenha ignorado o assunto. Ele foi coberto sem alarde nas páginas de negócios. E só. Por que é que a DoubleClick , sobre a qual ninguém ouviu falar, vale o dobro do que o YouTube, que todo mundo usa? Porque ela poderá dar ao Google o monopólio da publicidade online. Mas, para entender como, é preciso antes se familiarizar com as entranhas da internet.
A DoubleClick gerencia a exibição de banners - aqueles anúncios às vezes retangulares, outras quadrados, fazendo o meio-de-campo entre sites e os maiores anunciantes do mundo. Os números são os seguintes: banners, em 2006, movimentaram US$ 3,34 bilhões. Em 2010, devem ser US$ 4,5 bilhões. Nem é o maior negócio da publicidade online. Sabe os tais "links patrocinados" que o Google exibe associados ao tema que você está buscando? Deram lucro de US$ 6,76 bilhões no ano passado. Vão dar US$ 10,3 bilhões em 2010. O Google é o maior desse ramo. A DoubleClick, daquele. Junte os dois e o Google é dono de dois terços de toda a publicidade que circula pela internet no mundo.
Isso é um problema para todo mundo. Em primeiro lugar, monopólios só são bons para o dono. Sem concorrentes, o Google cobra o quanto quer por seus serviços. A inovação míngua - pequenas empresas não conseguem competir. Na internet, isso é fatal. Em segundo lugar, porque quando a empresa que controla a maior quantidade de informação sobre pessoas na rede é também quem controla a exibição de publicidade, a privacidade se perde. Porque ninguém, na internet, sabe mais sobre você do que o Google.
Para entender o motivo, é preciso compreender a importância de um site de buscas. Comecemos assim: o Google sabe quem você é. Mesmo. Sabe mais, se bobear, que seu psicanalista. Todos nós usamos sites de busca, principalmente o Google. Muitas vezes é para trabalho ou estudo. Noutras, para encontrar algo que queremos comprar - a melhor câmera digital, o carro ideal. Aí tem aquelas vezes, ali na madrugada, que digitamos na caixa de busca nossos segredos mais particulares. Uma doença grave, a busca por um empréstimo, a procura solitária por um amor. Todo mundo, como sugeriu Fernando Pessoa, sofre da "angústia das pequenas coisas ridículas". Pois aquilo que escondemos de todo mundo, o Google sabe.
Some a isso a DoubleClick, que tem tecnologia para colocar anúncios específicos na página que você está lendo, e seja bem-vindo ao paraíso dos anunciantes. Um sistema que liga as duas pontas: sabe alguém potencialmente interessado no seu produto e leva sua propaganda a ele no momento certo. Atirar anúncios genéricos para milhões de pessoas a preços exorbitantes para capturar uns milhares de clientes, nunca mais. (Para constar, Sergey Brin, um dos dois fundadores do Google, jura que sua turma vai pensar muito antes de integrar aquilo que o sistema de buscas sabe e o que é passado para o gerente de banners.)
Impressionado? A empresa tem outras garras. O Gmail, seu popular correio eletrônico, vem acoplado com um sistema inteligente de propaganda capaz de ler suas mensagens e encontrar palavras-chave lá. No Brasil, o orkut é um dos sites mais usados. É do Google. YouTube? Google. Metade de todas as buscas na internet são feitas via Google - o que dá ao site o poder de determinar o que será visto e o que ficará enterrado nas profundezas da web. Junte tudo, mais a quantidade de informação pessoal que o Google é capaz de armazenar a seu respeito... e não sobra muito. O Google sabe quem você é. Sabe de que livros gosta - está lá no seu perfil no orkut. Conhece todos os emails que você recebe, todos os que envia, qualquer coisa que você procurar na internet (sim, tudo o que é escrito na caixinha de busca fica armazenado). Agora pegue todas as informações e coloque-as à venda. É exatamente esse o negócio que o Google tem nas mãos.
Até hoje, o Google se comportou como uma empresa simpática - seu slogan diz Don't Be Evil, "Não Seja do Mal". Mas a frase foi criada quando só os fundadores decidiam tudo. Agora é preciso responder à pressão dos acionistas. E, nas empresas, dinheiro alto costuma contar mais. Se o governo da China pede para censurar algumas buscas, o empresário pensa no compromisso com a liberdade da internet, pensa nas possibilidades do mercado chinês, decide pelo mercado. É o que o Google fez quando o governo chinês exigiu que não exibisse links para assuntos que não lhe interessam. Grupos de oposição, por exemplo.A propósito: alguém perguntou a Você - aquele, o da capa da Time - se seu segredo mais íntimo - aquele, o da busca na alta madrugada - pode ser colocado à venda?
domingo, 24 de junho de 2007
Piada
O Homem que Deu Duas
Um grito alto vem do quarto. O marido entra correndo e acende a luz e nota um cara pulando para fora da janela.
A mulher grita:
— Aquele cara fez sexo comigo duas vezes!
Ele pergunta:
— Duas? E porque você não gritou logo na primeira vez?
Ela responde:
— Porque eu pensei que fosse você até que ele começou a segunda...
Um grito alto vem do quarto. O marido entra correndo e acende a luz e nota um cara pulando para fora da janela.
A mulher grita:
— Aquele cara fez sexo comigo duas vezes!
Ele pergunta:
— Duas? E porque você não gritou logo na primeira vez?
Ela responde:
— Porque eu pensei que fosse você até que ele começou a segunda...
Computador do Hugo Chávez
O computador do Hugo Chávez
É, minha gente.... depois de tomar empresas, perseguir a mídia e causar o maior fuzuê, o ditador venezuelano se volta contra a Microsoft: ele acaba de criar o "Computador Bolivariano", um PC que roda o sistema Linux - e custa 50% a menos, na Venezuela, que os micros comuns - o modelo mais simples vai sair por US$ 400. O único problema é que, como tudo na Venezuela de hoje, é só para funcionários públicos. Eita...
Metrópole
Metrópole
Acendeu um cigarro e pediu mais de uma dose de uísque. Olhou para o lado e viu duas mulheres maravilhosas, uma com um vestido preto justíssimo, cabelos loiros sedosos, mas com raízes castanho-escura, e a outra de calça jeans e blusa decotada, mas com um discreto e charmoso cabelo curto. Viu as mãos de uma na coxa da outra e os sussuros ao pé do ouvido, ficou deveras excitado, tomou um bom gole de uísque e desviou o olhar, para não dar na cara.Levantou e cambaleou até o banheiro masculino, que estava ocupado. Olhou para o feminino, que parecia livre, mas logo chegaram duas mulheres e entraram juntas no banheiro. Chamou uma delas e jogou uma nota de 5 reais na sua mão. O banheiro masculino desocupou, mas ele não entrou, permanecendo em pé junto à porta. Pouco depois saíram as duas, deixando o lugar livre para ele. Saiu depois de cinco minutos. Uma mulher alertou: "O nariz tá sujo". Ele limpou e saiu.Pagou a conta e saiu. Sozinho, assim como chegara. Era perto de três horas da manhã, a rua estava cheia, os bares lotados. Ele estava agitado, olhava para todos os lados, até que passou por uma roda, com cerca de oito pessoas, e resolveu parar por lá. Deu um tapa, para relaxar, cedeu três cigarros para o pessoal da roda e continuou andando. Seguiu descendo a rua, com uma sensação de equilíbrio inexplicável, invejável até aos monges tibetanois, o meio termo perfeito entre o apolíneo e o dionisíaco.Viu uma fachada colorida, um letreiro de neon, com suas luzes quase todas acesas. Na frente, uma homem falava sem parar, e o convidou para entrar. Sentou no balcão e pediu uma cerveja. Uma mulher deslumbrante, em trajes provocantes, sentou-se ao seu lado. Conversaram sobre trivialidades, durante quase dez minutos, e subiram as escadas.Entaram em uma suíte, e ela de pronto começou a se despir. Os dois se abraçaram e beijaram no chuveiro e foram para a cama. Ela gritava muito, gemia, como se estivesse sendo torturada. Ele a xingava e dava tapas em seu traseiro. Vez por outra, ela dizia baixinho: "Ai bem, tá me machucando", dando o sinal para que ele fosse um pouco mais carinhoso.Consumado o fato, ela pediu um cigarro. Ambos fumaram em lados opostos da cama, um de costas para o outro, sem dizer uma palavra sequer. Ele terminou antes e procurou sua cueca pela cama. Antes que achasse, tirou o lençol da cama e jogou por sobre a mulher, que manhosa, disse: "ai bem, mas seu tempo acabou"... Foi a última coisa que ela disse, antes que ele enfiasse o lençol em sua boca. Violentou-a com mais violência que antes, sem ser importunado por suas queixas. Quando sentiu que ia gozar, com um movimento rápido e firme, quebrou o pescoço dela, para em seguida ejacular na sua boca.Com muito custo, abriu a janela do quarto, e ainda nu, fumou um cigarro. Em seguida, saiu do quarto, parou no boteco ao lado e pediu uma dose de uísque. Tirou um pequena embalagem de plástico do bolso, abriu e despejou um pouco de cocaina no copo.
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